sábado, 23 de dezembro de 2006

Posto do Riso: Natal na Santa Casa

Intervenção com Doutores Posto do Riso na Santa Casa. Desta vez, o trabalho foi mais extenso, atingiu todo o hospital com contação de histórias e visitas a todas as alas. Contamos com a ajuda da Marcela Barbosa e mais uma vez, com a recepção mais do que carinhosa da Jeanne Guerra.


Pena não poder postar as fotos dos pacients interagindo coma gente, rinso para as bolhas de sabão... Foi lindo!

sexta-feira, 20 de outubro de 2006

Lambe Sapo + Posto do Riso

Fazendo parte das comemorações do Dia das Crianças, a Cia. Lambe Sapo e o Posto do Riso enviveram juntas em visita a duas unidades de saúde: Sesa e Santa Casa. Parabéns a Jeanne Guerra que coordena do projeto da brinquedoteca da Santa Casa e aos meus companheiros nessa jornada: Denis Garcez (Lambe Sapo) e Dóris Mariah (Doutores Posto do Riso)


quinta-feira, 10 de agosto de 2006

Era uma vez... Andersen

Era uma vez um menino alto, feio, magro e narigudo chamado Hans que um dia se pôs a escrever contos. Escreveu sobre um Patinho Feio e essa história traduz – provavelmente - a sua autobiografia, assim como o fez em toda sua obra. O patinho era considerado feio e desajeitado por seres diferentes dele que o discriminavam. Quando ele conhece algo semelhante descobre que é lindo e talentoso.
O escritor nasceu nos arredores da cidade de Odense, na Dinamarca, em 1805, numa família humilde: o pai era sapateiro e a mãe era lavadeira. Apesar de analfabeta, foi ela que o influenciou sobre o “folclore” dinamarquês e lhe transmitiu a tradição oral do país. Hans Christian Andersen, apesar das dificuldades financeiras da família, aprendeu a ler muito cedo e se tornou, segundo estudiosos, a “primeira voz autenticamente romântica a contar histórias para crianças”.
Andersen não apenas deu uma forma ao material já existente na tradição oral e literária, mas criou suas próprias histórias; seus personagens são complexos, refletindo as ansiedades, as contradições e as fantasias do autor.
Pelo fato de sua origem pobre, Andersen conheceu os contrastes da sociedade em que viveu, registrando-os nos seus livros, nos quais demonstrou a ternura ao falar dos pequenos e desvalidos, tratou dos confrontos entre os fortes e os fracos, e registrou a generosidade humanista e o espírito de caridade, próprios de seu estilo. Assim, Andersen procurava demonstrar a consciência de que todos os homens deveriam ter direitos iguais.
Ao falecer, em sua casa, em 1875, o menino pobre de Odense havia percorrido um caminho tão espetacular quanto o de seus personagens, e deixado um valioso legado: as suas histórias - sonhos tornados em palavras, que vêm povoando a mente e o coração de crianças e adultos ao longo de gerações.

Conhecer o Patinho Feio é aprender com ele a arte de transformar os sentimentos feios como o desencanto, a rejeição, a tristeza e a solidão, em formas positivas e belas de viver e ser feliz.

... Agitou as asas, curvou o pescoço fino e disse: Quando eu era um Patinho Feio nunca sonhei com tanta felicidade!

terça-feira, 8 de agosto de 2006

Quando eu era um patinho feio...

Esta contação de histórias foi preparada por mim e pela Maria Alice Ferreira para o centenário de Hans Christian Andersen.Um projeto muito legal, primeiro por estudar e conhecer mais profundamente a vida e a obra desse grande escritor, e segundo por resgatar da memória muitas emoções que seus contos me fizeram viver na infância. Minha percepção de mundo começa pela Pequena Sereia - acho que das histórias da minha infância é a que mais marcou, cresci admirando essa heroína. Ah, também cabe lembrar que buscamos as histórias na sua forma mais original, uma vez que, ainda no exemplo da Pequena Sereia, ele foi muito modificado - principalmente pelo filme da Disney. O projeto nos trouxe muito orgulho ppor integrar a programação de Centenário de Andersen no Sesc Araraquara.


Foto: Alex Lima (apresentação no Caic em Matão - Ação externa Sesc Araraquara)

Os contos foram escolhidos de forma a traçar a trajetória da obra de Andersen:
- o mundo fantástico de O Elfo, onde magicamente o Bem vence o Mal;
- a complexa experiência de vida d' A Pequena Sereia;
- a peculiar forma de descrever a natureza em O Sapo;
- as qualidades humanas que Andersen emprega aos objetos em A Pastourinha e o Limpa-Chaminés
As histórias foram ambientadas com efeitos sonoros, mais um elemento a brincar com a capacidade auditiva da platéia, fazendo a imaginação voar sobre um mundo lúdico que nos diz tanto do mundo real. A idéia é que através das histórias, o público possa enxergar o lindo cisne em que se transmuta o feio patinho Andersen, e de maneira muito íntima, alcançar a grandiosidade de seus valores e ideais.
Este projeto nos trouxe grande alegria por ter sido convidado a integrar o calendário de atividades do Centenário Andersen do Sesc Araraquara.