sexta-feira, 15 de outubro de 2010

De quem é essa história? E lá vem história...

Projeto da unidade Sesc Araraquara com produção de Márcio Pontes da Cia Polichinelo, este ano com 22 sessões onde foram contadas histórias do livro Lá Vem História de Heloisa Prieto. Além de 12 apresentações na cidade de Araraquara para a rede municipal de ensino: 14 a 17 de setembro - Manhã - Escolas da rede municipal de ensino e  Tarde - Sesc Araraquara; na semana seguinte, 20 a 24 de setembro - Ação Externa contemplou as cidades de Bariri, Matão, Dois Córregos, Motuca, Américo Brasiliense. Mais uma vez, foi um prazer trabalhar com o amigo Ricardo Dimas e comandou o Sr. Livreiro.... que morreu de medo da história de terror... rs!


Foto: Janaína de Castro - Assessora de Comunicação da Prefeitura Municipal de Bariri


Foto: Elio Floriano - Departamento de Cultura de Matão

Intervenção Cênica - Cemitério das Cruzes

Intervenção Cênica no Cemitério das Cruzes (Araraquara/SP) - dentro do projeto Passeio a Arquiteura dos Templos Religosos realizado pela Kruppa em parceria com Sesc Araraquara no dia 31/07/2010. A atividades faz parte da programação do Festival de Inverno realizado pela unidade. A intervenção contou a história do linchamentos dos Britos, importante episódio na história da cidade. Após a narração de história, os participantes dos passei foram convidados a visitar a Capela dos Milagres construida no cemitério. Detalhes do passeio: http://infokruppa.blogspot.com/2010/08/passeio-arquitura-dos-templos.html

sexta-feira, 16 de abril de 2010

DramaturgiaS: da aparência à essência, provocações para a composição de um ato cênico de identidade.

Fazendo parte das atividades do festival de teatro da amazônia mato-grossense, o núcleo do fazimento da cena realizou oficina de dramaturgia. Oficina: DramaturgiaS: da aparência à essência, provocações para a composição de um ato cênico de identidade. Por: Tania Capel

-->
A proposta dessa oficina de dramaturgia foi trabalhar a questão da dramaturgia da cena, vendo-a como a leitura do todo do espetáculo e não uma parte – o texto. O texto teatral – a dramaturgia textual – pode ser analisado dentro de uma teoria literária, mas a partir do momento em que é concretizado em cena, passa a pertencer a outra esfera, ao espetacular, onde todas as partes dialogam e não podem mais ser consideradas separadamente, fazendo-se necessário abandonar a ideia mecanicista, ainda em voga, de decompor em partes o objeto para ser analisado e entendido. Neste sentido, o primeiro desafio está delineado: conduzir o participante a pensar a dramaturgia como fenômeno teatral considerado em sua totalidade e, companheiro de jornada, o pensador espanhol Ortega & Gasset apontou caminhos com a introdução de seu livro A Ideia do Teatro.
Estabelecido um pensamento comum ao grupo sobre o espetacular, partimos para o próximo ponto de nosso itinerário: perceber que a realidade da dramaturgia contemporânea é apresentar uma fusão de gêneros e recursos estilísticos definidos em um plano estético para o espetáculo. Primeiro investigamos a "teoria dos gêneros" apresentada por Anatol Rosenfeld em seu O Teatro Épico, definindo dramaturgia, lírica e narrativa como gênero literário, o autor atenta para o fato desta mesma nomenclatura ser utilizada para classificar recurso estilístico e, portanto, temos os gêneros misturados. Teoria um pouco complicada e a dificuldade de falar a um público misto de atores, dramaturgo (Agostinho Bizinoto), educadores, gestores e curiosos, porém contando com um importante aliado: o fato da oficina estar inserida dentro de um Festival de Teatro que possibilitou o contato dos participantes com espetáculos que ilustravam as discussões teóricas, servindo como grandiosos exemplos. Nossos encontros passaram, logo após o primeiro contato, a ser um momento de troca e reflexão sobre o festival.
Terceira parada do itinerário – e talvez a mais importante considerando a particularidade do grupo de participantes – foi o exercício de analisar as montagens assistidas sem juízos de valores, focando na investigação dos processos e seus resultados. Para os envolvidos na arte do espetáculo uma busca sobre "pessoalidades" que se concretizam como verdades cênicas, para os demais uma qualificação como público. Este ponto só foi possível graças ao esforço da organização do festival em manter uma vivência entre todos os participantes e o envolvimento, tanto de artistas quanto de público, integralmente nas atividades do festival. Indiscutivelmente, uma experiência intensa e inesquecível. É a arte produzindo pensamento!
Entendida a dramaturgia do espetáculo, partimos para as possibilidades de realizá-la, afinal, é fundamental abrir possibilidades concretas. Um dos caminhos, experienciado e documentado – portanto plausível de ser estudado – é o do trabalho colaborativo, tomando como exemplo grupos que apresentaram trabalhos satisfatórios com esse processo. Interessante foi a troca entre a realidade de São Paulo, onde os grupos se organizaram para lutar por políticas públicas que garantissem sua sub-existência, e a realidade local, onde o grupo – Teatro Experimental de Alta Floresta – organiza-se para construir um plano de ação cultural. Discutiu-se largamente o teatro de grupo, a horizontalidade e as funções artísticas de cada indivíduo envolvido no processo da criação coletiva. Na ausência de um elemento no grupo que domine a técnica da construção do texto, o trabalho colaborativo e a pesquisa investigativa, são soluções para a criação do espetáculo.
Não existe uma receita pronta para criação da dramaturgia, existe sim, algumas estruturas que podem facilitar esse processo. O mais importante foi o pontapé inicial, o interesse que moveu a todos ao nosso encontro e a mudança que começou a florescer em cada um, inclusive em mim, vinda de outro estado, onde a realidade talvez seja um pouco diferente, mas a necessidade de arte é a mesma.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

festival de teatro da amazônia mato-grossense

de 06 a 10 de abril, aconteceu em Alta Floresta/MT o festival de teatro da amazônia mato-grossense, organizado pelo TEAF - Teatro Experimental de Alta Floresta. Estive por lá com o Núcleo de Fazimento da Cena, conferindo os espetáculos de altíssimo nível e as noites de lotação máxima do teatro. Encontrei amigos e fiz tantos outros novos. Dias inesquecíveis....

quarta-feira, 31 de março de 2010

Camarim: Brincadeiras

Dia de espetáculo... viajar é uma delícia, o duro é acordar cedo! Mas temos o Zé Brás para alegrar a manhã... olha só o autógrafo no meu ombro?! E lá vamos nós, para mais uma sessão do infantil "Brincadeiras" com a Cia. Texc. Maquiagem, figurinos, microfone... e solta o som!

Foto: Leila Marroco (com o meu celular! rs!)